sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Miragens,

Sobre mares
Entre muitos uma canção...
E acima dos altares anjos,
Bem querer, como demônios,
Julgo em ventos e tempestades,
A fúria daquelas que tanto o amor amou,
Remando a tristeza em boas palavras;
Ressoa profundamente até seus sonhos,
Pouca virtude na loucura que clama no ultimo
Soneto de amor declaram suas belas notas...
folgaz, preciosa curva que enganam e levam a morte,
Por mais do meramente um relance do amor,
Voltou se para linha do horizonte em devaneios,
Rendeu se por ilusões de paixões desatina
No profundo do mar, sem esperança para sempre vou te amar.

terça-feira, 25 de outubro de 2016


dias de gloria  

tempestade na alma e o coração,
morte em um abismo de emoções,
num tempo ultrapassado em minhas memorias,
tudo que guardei foi um poeira em meus sonhos,
nesta vida de maldade e tento sobreviver,
diante fogo que aparece no coração
como um anjo ferido, estou perdido...
nunca mais perguntei porquê?
mesmo assim olhos que defende
até última vida de um monstro que se esconde
no profundo do meu ser!


sábado, 1 de outubro de 2016

Minha alma paira sobre a ador do infinito,
Como seguir embora tenha desejo profundo,
A nada que exista em espaço distante,
Dentro da minha mente, 
Cheia de voz e pensamento já não pertence,
Ao mesmo desdenho cada singularidade,
Nem sentido mais... 
Apenas a passagem do tempo
Que ressurge em alguma época esquecida 
Da minha vida, entre esse tempo 
Desejei muitas coisas mas nem tudo um mar de rosas.
sinto me distante do mundo,
existência desse mundo...
palavras são cruéis
e momentâneas 
o sentimento sempre é profundo,
para eles tudo são balelas,
é uma mascara ou uma fantasia.
que vesti para sair e viver...
centelha da morte
que abranja doce sumo 
que obtenha vitoria,
no destino que se abrangeu 
durante o espaço,
difuso em dimensões 
que meu espirito 
te amou sem medo 
sem preconceito,
apenas um espaço,
em outras auroras 
lhe dou meu amor,
o mesmo transparece
num momento que me olhou.
face fria pura ostentação 
seria mais um prima
de meu coração,
preludio, que se obtêm
o gosto puro meu amor.

O que se define... o amor
em horizonte desilusão,
entre a luz e escuridão...
a fronteira do medo 
e compaixão
se estabeleceram 
depois do triste olhar...
sendo esse obscuro,
temor resplandece 
a origem da união 
para desvenda 
tal cegueira 
pelo qual reserva se 
um ponto na escuridão.
E nas horas mais barulhentas da razão,
Toda via existe um incessante sussurro;
Te amo;
Único consolo e solilóquio do coração.
Tua molda-a minha esperança, vestida em meu
Interior;
Liderando todas minhas palpitações,
Fluindo em minha dor.
Tu andas nos meus muitos pensamentos,
Como a luz,
Como a doce luz do crepúsculo,
Ou a visão antecipada do verão
Quebrando no riacho,
Nuvens refletidas em um lago.
E olhando para o céu que se arqueia
Sobre ti,
Muito frequentemente, bendigo ao Deus que me
Fez te amar assim
E pôr no meu caminho
não, me venha com hipocrisia 
eu não sou seu ou de ninguém 
não venha com suas ideias baratas,
com este verbo cansado,
idem com indagações, calo me...
sois ser baixo sem discrepância do que sou,
para que tu és nada alem do vulgar,
por mais um gole me despeço
para discutir se não vale,
para o qual sua insanidade,
é real de frente para sentimentos puros,
mostrou se uma criatura fria sem sentimentos.
Opera de nossas almas.
Seres pujantes,
Dominantes de uma expressão,
Tão semi igual que morte a deixou,
Plenamente pelo fardo do destino,
Reviravoltas num caos de minha mente...
Debulho meus sonhos em busca de amor
O que encontro são farpas de solidão...
Sem paz no momento que sempre desatino
Se da de repente por mais um dia...
O amor
Quero te arrancar do meu peito...
Choro igual há uma criança sem mãe...
Coloco uma mascara no meu rosto 
Encontro um refugio que presumo...
Então grito até meus pulmões estourarem...
Olhando nos seus olhos com desespero,
Corto meus pulso lhe ofereço meus coração
Que está em minhas mãos...
Minhas virtudes gritam em sonhos momentâneos,
Tudo está em chamas na decepção...
As paredes sangram num ritual abrangente...
Estou consumido por vozes na escuridão...
Tento morrer mais uma vez...
Única coisa que tenho são sonhos...
Te beijo na boca o fogo queima meu peito...
Está morta pelos atos de tuja vida,
No sangue que está minhas mãos queima.
os dias estão nus 
com tristeza,
tudo é o nada 
para o caos,
o desespero influente 
das tais ilusões,
que a tanto,
aprofunda se...
na infinita solidão,
o tempo contrasta,
o desejo sem fim
ate a morte...
tornas ambígua
nas transições,
o vazio um espelho
ferido com espinhos.
Sentido de meu coração perdido,
pela imensidão arrasto o espírito,
vagante entre minhas memorias,
o vazio encobre tudo e todos ido,
sendo sórdido e pequeno sonho,
o amor vadio por imponência a si,
mero ador parado num mar frio,
de teu coração que vejo, miragens...
esquecidos nas profundezas do meu amor.
calor da alma perdida em pura perdição,
única como flor do teu coração,
preludio, pura voz da minha solidão,
a digo, pura como sois meu coração,
vadio tantas vez austero momento,
que esteve em minha alma como a luz
que difunde a escuridão de um sonho,
profundo nas profundezas de tua vida,
exclamo, embora isso seja a voz...
que reprime o esquecimento para sempre.
num mar de solidão
magoas e desilusões 
para o qual difame,
meu coração e minha vida
sendo o caos no limiar 
dos dias que se passaram
sendo uma das forma mais sórdidas,
deferi alma nada mais.
veneno de minha alma,
anda pelas veias,
circula pelo coração partido,
o tempo passou nada mudou 
apenas mais um acrônico,
para o qual passei,
interpretando as passagens
da humanidade fria e obscura,
tantos amores relacionamentos
perfeitos num horizonte perdido,
reato um sonho de bons e maus
terrores de minha espírito...
sob a dor do punhal cravado no peito
gritos de dor sobre a solidão,
murmurosos entre medo e a ilusão,
definho em simples declarações 
descubro que infinito pode ser uma gota 
dentro de um mundo vazio e sem vida,
após tanto amar num poço de triste
a vaidade tornou se apta...
numa visão nua desigual para infinito
apenas a dor de uma ferida
profunda até alma parece que está
longe de todos a tudo vagando
numa escuridão sem fim,
do qual o abraço da morte soa docemente,
no caos de pensamentos tristes
de tudo representa o nada,
futuramente um estante do que imaginei ser feliz...
para tanto esperar e ter esperança,
em algo que nunca aconteceu,
diante sua voz o vento sopra como uma musica,
deletando cada nota no vespertino,
o relato toma formas e desejos,
do qual sonhei esperei viver algo belo como o amor.
Dei atenção para melancolia.
Desabei em abismo de tristeza.
Deixei a depressão invadir minha sede...
Esqueci a serenidade ao te pedir seu amor.
Desgastei meus pesares com tanto custo..
Que queria não mais existir...
Defloro o simbolismo do amor...
Tantos problemas com a vida
Que reconheço minha morte melhor destino.
Embora lhe reconheça meu amor...
Olho as luzes da luxúria... Me engana me
No crepúsculo até o doce fel argumenta.
Inóspita cuja existência são foto palavras
Neste estranho momento que olho o vazio.
Minhas palavras são desconectas...
De seu vasto acervo politico sem clareza...
Pois somente lhe digo sobre minha solidão.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

desejo fúnebre...
minha liberdade 
sonho surgido
derradeiro,
por amor 
sonhei a amei,
involuntariamente,
senti... calo-me
entre as reservas
do mundo a brasei,
sendo noite ou num amanhecer
ressenti meus desejos voarem...
por um mar de desespero...
há amo como nunca amei
sorri por besteira e cantei
como os pássaros que voam
num céu descompassado
a remeto sentimentos aos ventos,
sendo vivido meus olhares
sobre os tais momentos tanto amei...
passaram num diluvio
que de repente denoto o mundo.
nas expressões do teu coração.
viajo sobre palavras despassadas
e pesadas num tempo que passou
verdadeiramente meu amor.
O que se define... o amor
em horizonte desilusão,
entre a luz e escuridão...

sábado, 13 de agosto de 2016

sangue puro nesse ato, 
ate preludio em resquício desta 
impura alma em desejo morreste,
flora num ar de loucura,
inóspita tua flora, tua, pois; alma,
simplesmente abandonou...
nas tangentes de um mundo cruel
libertinos, frutos podres
assim por dizer,
claramente o abandono, porquê,
me diga algo do além,
minha solidão cruel se despõem,
meras palavras entre essas paredes
de fronte a um muro e um portão...
através das grades mundo de dor,
deixo me observar o tempo passar,
nesses limites absurdos desse mundo.
o que?
posso compreender do frustante anoitecer.
diga-me simplesmente o esqueça,
efeito na escuridão em pleno dia!
absorve o ar e a vida,
e percebo o amor foste bandido,
embora seja afemeio de tais afirmações
branda na vertigem de nossas almas
que pairam sobre um mundo destruído,
na inercia dos sentimentos,
prolifera á angustia, pois sois o passado,
de lembranças num mar revolto,
depois denoto está como esperança...
digna em atos de luxúria,
seja voz do amor,
esdrúxula e assim voraz,
admiradores ou seguidores
até transpor ausência do amor,
sendo assim o amor vulgar
jogado em teus braços,
para o além caminhou,
puramente, risonha entrego me,
fora um pouco ao muito do desespero,
expresso-me vagamente há solidão...
perco-me no distante mundo que crie,
no exato momento que disse te amo.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

sonho preludio do coração,
espaço que brilha continuamente,
em tua alma como seu espirito
através do repente as luzes brilham,
como as luzes da sua alma,
que expressa a beleza eterna de nossas vidas,
diante do destino de vivermos para sempre neste sonho,
do qual soa perfeito no teu corpo nu,
então o desejo tomou conta de nossos corações.

sonho preludio do coração,
espaço que brila continuamente,
em tua alma como seu espirito
através do repente as luzes brilham,
como as luzes da sua alma,
que expressa a beleza eterna de nossas vidas,
diante do destino de vivermos para sempre neste sonho,
do qual soa perfeito no teu corpo nu,
então o desejo tomou conta de nossos corações.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Desespero sendo digno... 
sem um parador puro em sonho,
de marcas profundas e sinceras;
tangentes na flor da pele,
em todos sentimentos expressados
clamo ao intenso vazio...
de onde para aonde vagar,
somente pairar até o coração parar,
entre lagrimas e agonia,
em puro desatino lhe desejo um sonho,
magoa presumida entre as flores meu paradigma,
sensato assim o seja meu amor...
ao infinito para o profundo da escuridão...
sendo uma pequena extensão da minha alma.
celso roberto nadilo
fato distantes
apreciativos demais,
abrupto, pois então se foi,
sentido quase desconhecido,
passagem do quase o nunca se foi...
uma lembrança vivida em tantos momentos,
para o qual se destina pura imortalidade,
por que foste um detalhe de um sonhos obscuro,
momentaneamente os espaços somem com passar...
do tempo, devorando dia pós dia num ador sem fim,
meramente a solidão são traços cruéis de sonhos perdido.
por mais distante que pareça memorias me fazem chorar.
celso roberto nadilo

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Meu inferno minha dor construída com a decepções...
Divergências sempre as tais,
Nos primórdios do coração somente as profundezas.
Quero tentar viver... 
Mas pura morte não me abandonou...
Sendo iluminada no terror adeus para sempre.
O silêncio doma com romantismo...
Impulso e talvez esquecimento da morte meu lamento.
Docemente cálida de sua alma fronteira sem fio terror desatino.
Tanto porto tanto sendo indescritível...
Calo me passivamente em sentimento atroz sobretudo as lagrimas.
Pois mundo ausente por me deixar por mais que seja feliz.
celso roberto nadilo
a tristeza cobre meus sonhos,
meus pensamentos foram roubados 
não quero mais viver sem minha realidade,
me desculpe me mais nada tem algum sentido,
tentei ti dizer, mas, sei me controlar a dor é muito forte.
sei um dia irá entender meus sentimento e tudo que se passa dentro de mim...
tentei ser forte mais nunca fui bom o suficiente,
tento sorrir, mais nunca encontrei um motivo, 
mesmo quando te vi pela primeira vez...
não tenho mais segredos apenas marcas e feridas que nunca vão se curar.
celso roberto nadilo