sábado, 22 de setembro de 2018



bem mal 
maldade 
solitude 
ranço do querer 
bem mal querer 
desnutri o abito 
tão visto quanto morte,
denota se o destino,
vagante alienado,
caminhos que seduzem 
dentro de delicias 
vão se sempre,
ou para tais anteriormente 
mentiras desfiam um novelo de intrigas,
bel véu desnutri o centro dos atenuantes,
desfrute calmaria desejo,
bem como rediz o silencio 
manto impuro e o dia trágico,
entre tantos soa se frágil 
bela audácia desdem o parador 
que definha sobre as sombras,
sensato emolumento 
para tais meramente o algoz,
para único destemido 
ar para dentro da escuridão 
resquício mero determinado
paradigma de dogmas,
adestrado voa ate morrer
simbolismo dia sob a noite 
temores somente.
tudo para mim... beijo
está certo influencia 
sorrateira fortaleza que encobri 
o véu puro eterno 
a escasso teor neste deslumbre...
austero bons sonhos 
se deita na profunda escuridão 
para efeitos singulares 
se abranda pela madrugada 
senta se no espaço vazio...
procure tantos momentos 
num dia que nunca terminou,
sem saber o porquê?
dor que desaponta 
no infinito a paira
simbolicamente...
sensatez agonicamente 
como num ato impensado 
respeito o sopro da morte...
tristemente revogo o ato que ressuscita,
intercalado olho atônito.
venha vivido o timbre.
do murmurio ao escuro...
em frente do espelho faz amor consigo mesma 
invadindo a noite em gemidos...
momentos.... congelados no tempo...
vagos sonhos em delírios,
tantos estantes se passaram neste quarto...
e isto foi ate morrer...
sendo um monstro que te amou 
nas noites mais frias 
destemida o extremos de tuas cavas 
no diluvio que representou,
na perfeição que tornou o espelho em outro mundo,
e depois suspirou entre galaxias....
tremulando o sono mais pesado 
breves palavras tumultuam te amo 
sinuosamente tudo esta escuro 
envolto do seu gemidos...
mais fundo e forte 
esteja entre tantos desejos.
Das pedras em chamas que caiem dos céus,
sinto teu perdão, em chamas que transformam...
agonia sonsa em esperança permanentemente...
tantos cortes o sangue corre em mares, 
mesmo os céus azuis denotam o amor,
beba a vida sinta a eternidade...
podemos caminhar entre todos e
ninguém vai sentir a diferença,
mesmo com seus olhos negros
somos lobos que estão em meio
ovelhas mortas... não temas
pois a água já é vinho,
tudo o que temos caiu dos céus...
quando nossos corações estavam magoados,
a espera de dias melhores,
e sangue escorreu das nuvens...

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

A cidade de um homem é engolida pela morte... 
Calor que tem no ultimo suspiro senti o ador da vida...
sufoca no ápice do desejo... do corpo nu,
perfeito momento, no emblemático sentimento,
escoa pelas escadas ate que descambe 
numa cava fria, estando esquecido 
apenas a poera que voa nas mais infamas correntes,
choradeiras se debatem num ar escuro.
adeus bem pouco o conhecia,
mais minhas lagrimas morreram com ele.
sobre sórdidos sentimentos que denotam seu olhar
num passado imerso na desilusão... passa se
o ar da sarjeta se afogando na corrente da chuvas,
num passado imerso na desilusão tudo tem forma de saudades,
embora seja o sofrimento e agonia atravesse seu peito
como bala que desferiu o terror inúmeras vezes, respirei fundo,
desejei que fosse parte de uma alucinação 
que corriqueiramente deixei passar como o amor.
poema vivido ate tempo o transforme em pó.
by Celso Roberto Nadilo

quinta-feira, 20 de setembro de 2018



Falaria muito mais não haveria ninguém para ouvir,
seria fácil escrever, mas, tudo seria apenas um escritos
entre tantos momentos passado pela alienações
que abrange o senso comum, a realidade seria opaca
no fundamental da deles a perspectiva do poder,
refecerem sempre disfunção do estado monetário,
as vantagens para seus bens em contas fantasmas,
em paraísos fiscais, e depois denota se o diga serão palavras
que voam ao vento ,
enquanto a esperança torna se um país do futuro,
seria a vida esperar e superar tudo que vivemos,
diante as tantos momentos de desespero e angustias,
pelo âmbito moral que temos atura pois tudo é aceitável,
até a corrupção seja fato tão comum num senso...
de desastres num paí tão imenso cheio de desigualdades,
quando alguém se rebela o ar que é poluído
de recursos frágeis como destaque no ador do dia a dia.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

O sol se poem e acordei...
quando voltei a fechar meus olhos
senti seu coração parar...
e me lembrei como era o sol
dentro da noite tenho sonhos...Resultado de imagem para luar

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Bem lá no céu uma lua existe Vivendo só no seu mundo triste O seu olhar sobre a terra lançou E veio procurando por amor Então o mar frio e sem carinho Também cansou de ficar sozinho Sentiu na pele aquele brilho tocar E pela lua foi se apaixonar Luz que banha a noite E faz o sol adormecer Mostra como eu amo você Se a lenda dessa paixão Faz sorrir ou faz chorar
Lua bem querer
sendo amante
ao anoitecer
ludibria a fome 
que desdem o amor...
a perdição que viaja pelo horizonte,
mais ao longe navegante
com som do silencio...
A noite aparece se amarga e fria,
nos contrastes o coração para...
sobre detalhes a canção que paira pelo teu corpo,
delicia tanto quanto imagina,
morde seus lábios em chamas,
retem o integro da alma...

domingo, 16 de setembro de 2018

mórbida,
sangue mostra seus sentimentos,
...sentimentos reais,
na transição de mentiras deixa se morrer...
nem musica cinza devastas seu corpo...
as lembranças penetram na escuridão,
geme entre as letras ninguém pode compreender,
sussurros se querem mais...
tons de cinza estão grifadas...
sobre a cera quente morre teu olhar,
remetendo involuntariamente,
mais a mais julga mordendo seus lábios.
ao vertente do declínio
abrange tais como no inicio...
amor eterno,
soberano no ar atrevido,
surpreende no audaz termo
de um sorriso vagabundo,
ao som sórdido,
carisma que vaga sobre lençóis,
extravagantes sob tempo
o glamour ganha seu encanto.
poder 
nas vagantes nuvens 
se sobre põem 
magia de cores,
aberrante sensação...
que se destina...
em poucos estantes.
lamurias que rompi
num olhar profundo.
da se entre o dia a noite,
num mistério que se apaixona.

sábado, 15 de setembro de 2018

nada é suficiente,
nada basta,
tudo que é feito nada vale,
então o que sentido...
vivo numa fantasia,
bem como qual seja reciproco 
num lar de vaidades 
sou apse do luar,
na loucura continue assim 
seu valor tem tabelamento...
dentro de sonhos 
todos quartos estão trancados,
o tempo parece um mar no infinito,
quem te ama quando tudo acabar,
um arrepio irreal parece as estrelas,
num lance posso até chorar,
mas, não tenho tempo...
Um beijo e vá para inferno!
esta livre no sábado....?
estarei no inferno...!
seus olhos queimam 
sua língua assa no vinagrete....
tudo maldizente, 
na fúria de ser o infinito 
balbuciando aos cantos 
meros, como fruto te teu ventre,
jogado e podre no terreno baldio...
vegeta nas suposições,
deixando decompor cada sonho,
não venha correndo atrás...
nunca foi verdade, 
não merece nem um adeus,
mesmo que faça um pacto,
estará perdida em mundo de ilusões.

dias sombreis

nada é suficiente,
nada basta,
tudo que é feito nada vale,
então o que sentido...
vivo numa fantasia,
bem como qual seja reciproco 
num lar de vaidades 
sou apse do luar,
na loucura continue assim 
seu valor tem tabelamento...
dentro de sonhos 
todos quartos estão trancados,
o tempo parece um mar no infinito,
quem te ama quando tudo acabar,
um arrepio irreal parece as estrelas,
num lance posso até chorar,
mas, não tenho tempo.
Tem dias que tudo parece ser uma fantasia,
como um figurante sumo entre a multidão, 
mesmo com coração despedaçado,
tentam ferir mais e mais, 
a base da semântica é um ser em declínio,
sendo elemental, suas palavras some num palco,
senti se superior, tenta profanar meu coração,
deferindo sentimentos amargos,
ferronhos da tua impia volúpia 
rasteja até os espaço mais ermos...
os sentimentos, tornam se abrupto,
e restringe sua menção involuntária,
barrando a verdade da escuridão que a cerca.
no refugio da tangente até a escoria,
que reata o julgo limiar, de tua magoas,
o regaço de teu algoz infamo,
paira sorrateiramente, nos estados tuas cavas...
reluzem os traços da esperança.
vulgar tal entanto sob dito da promessa,
escoa por pensamentos ao longe.
toma partido na luz que cega a convivência,
meramente crua sendo singular...
expressa o amor entre a terra o pó,
que vaga entre teus templos de devoção 
plagia me ego morto, sentimentalmente 
sois o vento que passou em lembranças,
em cascatas de borbulho a o espirro,
de sombras doloridas para vertente,
reage em inúmeras vertigens,
teu sopro perde a intensidade,
nos tais prólogos, vegeta se no supremo ador,
dispensa meu ser nas brumas,
torna se a ressaca, bem na noite 
todas paixão perduram na imensidão...
o fel que determina e perdura teu julgamento.
e refaz a origem que amarga 
impendiosamente reata a ilusão,
confirma meu sentimento perdido,
da luz replica tuas vontades,
sem saber quem foi e quem será...
nas margens da solidão suplico,
o que tenho dentro dessa devastação,
debatendo se em olhares ao vazio,
igual ao vaco do espaço,
guarda seu brilho até sumir 
vitimas do tempo, pensa se no que desejo,
no intimo momento sou lapso da insanidade,
sopra o relampejo de intimo glamour,
sonso encontro na barbaria do sussurro,
desembesta e ignora como se não conhece se,
mas, o preludio se dá quando desbarata,
tua fúria entre amigos que busca um premio de consolação.
todo desaparece para todos os momentos,
tentei superar a angustia que deferi...
declarações sois sordas,
seca como fruto que se jogou num abismo,
palha de algumas ofensas, sobras 
que resiste num ar que chama o amor.
quando a rotina te consome aos pouco tudo parece definitivo...
na ampla voz no mundo obscuro se desvenda...
nesta sonsa doma de rotinas cansativas parecendo que não existe mais nada... 
apenas a continuação infinita.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Faça por merecer morra em paz,
o que? está acontecendo que ainda 
bebi as lamurias do teus aconchego,
murmura na escuridão, 
me diga que noite morreu com seus sonhos,
a morte protelou num beijo,
sinta se nua no fim do mundo,
estamos numa obsessão.
Tem dias que tudo parece ser uma fantasia,
como um figurante sumo entre a multidão, 
mesmo com coração despedaçado,
tentam ferir mais e mais, 
a base da semântica é um ser em declínio,
sendo elemental, suas palavras some num palco,
senti se superior, tenta profanar meu coração,
deferindo sentimentos amargos,
ferronhos da tua impia volúpia
rasteja até os espaço mais ermos...
os sentimentos, tornam se abrupto,
e restringe sua menção involuntária,
barrando a verdade da escuridão que a cerca.
no refugio da tangente até a escoria,
que reata o julgo limiar, de tua magoas,
o regaço de teu algoz infamo,
paira sorrateiramente, nos estados tuas cavas...
reluzem os traços da esperança.
vulgar tal entanto sob dito da promessa,
escoa por pensamentos ao longe.
toma partido na luz que cega a convivência,
meramente crua sendo singular...
expressa o amor entre a terra o pó,
que vaga entre teus templos de devoção
plagia me ego morto, sentimentalmente
sois o vento que passou em lembranças,
em cascatas de borbulho a o espirro,
de sombras doloridas para vertente,
reage em inúmeras vertigens,
teu sopro perde a intensidade,
nos tais prólogos, vegeta se no supremo ador,
dispensa meu ser nas brumas,
torna se a ressaca, bem na noite
todas paixão perduram na imensidão...
o fel que determina e perdura teu julgamento.
e refaz a origem que amarga
impendiosamente reata a ilusão,
confirma meu sentimento perdido,
da luz replica tuas vontades,
sem saber quem foi e quem será...
nas margens da solidão suplico,
o que tenho dentro dessa devastação,
debatendo se em olhares ao vazio,
igual ao vaco do espaço,
guarda seu brilho até sumir
vitimas do tempo, pensa se no que desejo,
no intimo momento sou lapso da insanidade,
sopra o relampejo de intimo glamour,
sonso encontro na barbaria do sussurro,
desembesta e ignora como se não conhece se,
mas, o preludio se dá quando desbarata,
tua fúria entre amigos que busca um premio de consolação.
todo desaparece para todos os momentos,
tentei superar a angustia que deferi...
declarações sois sordas,
seca como fruto que se jogou num abismo,
palha de algumas ofensas, sobras
que resiste num ar que chama o amor.