terça-feira, 23 de agosto de 2016

desejo fúnebre...
minha liberdade 
sonho surgido
derradeiro,
por amor 
sonhei a amei,
involuntariamente,
senti... calo-me
entre as reservas
do mundo a brasei,
sendo noite ou num amanhecer
ressenti meus desejos voarem...
por um mar de desespero...
há amo como nunca amei
sorri por besteira e cantei
como os pássaros que voam
num céu descompassado
a remeto sentimentos aos ventos,
sendo vivido meus olhares
sobre os tais momentos tanto amei...
passaram num diluvio
que de repente denoto o mundo.
nas expressões do teu coração.
viajo sobre palavras despassadas
e pesadas num tempo que passou
verdadeiramente meu amor.

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