O amor
Quero te arrancar do meu peito...
Choro igual há uma criança sem mãe...
Coloco uma mascara no meu rosto
Encontro um refugio que presumo...
Então grito até meus pulmões estourarem...
Olhando nos seus olhos com desespero,
Corto meus pulso lhe ofereço meus coração
Que está em minhas mãos...
Minhas virtudes gritam em sonhos momentâneos,
Tudo está em chamas na decepção...
As paredes sangram num ritual abrangente...
Estou consumido por vozes na escuridão...
Tento morrer mais uma vez...
Única coisa que tenho são sonhos...
Te beijo na boca o fogo queima meu peito...
Está morta pelos atos de tuja vida,
No sangue que está minhas mãos queima.
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